sábado, 13 de setembro de 2008

Mistérios não muito misteriosos do Sul de Minas

Pra descontrair das histórias dos posts anteriores temos outra história que seria de arrepiar se não tivesse sido esclarecida. Foi a Séfora que me contou e aconteceu quando ela era criança.

Ela e uma amiga estavam na roça conversando antes de dormir. Coisa de criança que leva o amigo pra dormir em casa e ficam falando a noite inteira (até as 22:00 horas). O tema da conversa, pra variar, era histórias de terror. Inclusive a Séfora pensando que a amiga pudesse ser uma vampira disfarçada, colocou uma réstia de alho ao lado da cama.

Então... De repente, no meio da escuridão, uma harpinha (daquelas que os peruanos ficam tocando e vendendo nos camelodromos) começou a tocar. Nisso as duas cobriram as cabeças, morrendo de medo e chorando. E ficaram naquela de “levanta você”, “Levanta você”... “A harpa está perto do interruptor”... E ninguém queria levantar. Até que a harpa parou de tocar e a Séfora corajosamente resolveu acender a luz.
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Ao acender a luz ela descobriu que o “fantasma tocador de harpa” era um daqueles besouros chifrudos que tinha caído entre a tábua e as cordas da harpinha. A musica era a sua inútil tentativa de escapar.
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Update: Enqquanto conversávamos sobre este post a Séfora bolou a seguinte piadinha nerd:
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Pergunta: Deckard Cain entrou numa fonte da juventude e saiu novinho, novinho. Qual o nome do livro?
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Resposta: O ex cara velho do Diablo!
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Mais um item pra lista de nerdices...

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