Ontem eu e a Séfora estávamos conversando sobre “causos” sobrenaturais acontecidos na família. Em certo ponto uma história que ela contou coincidiu com uma que eu presenciei quando era pequeno.No meu caso estava brincando com colegas na rua perto da outra casa onde eu morava. Desse local dava pra ver uma pedreira a certa distancia, numa montanha próxima a entrada da cidade. Nós vimos duas “pessoas” vestidas inteiramente de branco subindo o morro da pedreira. Andavam lado a lado e subiam com certa facilidade. Tudo normal não fosse o fato de terem a altura das arvores ao lado do caminho.
Como isso já faz mais de 20 anos não me lembro de detalhes e, naturalmente, deve haver uma explicação simples para isso... (Espero)
No tempo de minha idiotice ufológica achava que eram ET´s. Hoje já não acredito mais.
O curioso é que a Séfora contou uma história de sua avó que deve ter acontecido por volta de 1930. Ela estava na carroça (carro da roça) com o marido e um bebe vindo para a cidade. Era em plena luz do dia e a estrada de terra seguia junto à linha do trem, que hoje não existe mais. O lugar era conhecido com “Arto da Maiada” (Alto da Malhada, por que haviam muitas onças nesse local).
Então... Notaram que o cavalo começou a se comportar de maneira estranha. Olharam para os lados e as margens da mata viram um homem MUITO alto, muito mesmo. Eles morrendo de medo e a carroça indo numa direção e o “ser” na direção oposta, se distanciando. Este “ser” entrou na mata e desapareceu.
Assim temos dois casos separados por algumas décadas e na mesma região envolvendo, digamos, “gigantes". Mas tem mais...
Diziam na época que esse tal de “Arto da Maiada” era mesmo assombrado. Por volta de 1915 o bisavô da Séfora estava vindo da cidade a cavalo. Quando passava pelo “arto”, viu uma conhecida carregando um pote de água. E ele, que estava com muita sede, disse:
“Ô Cumadi! Ô Cumadi! Dá uma cuida dágua aí?”.
O curioso é que a Séfora contou uma história de sua avó que deve ter acontecido por volta de 1930. Ela estava na carroça (carro da roça) com o marido e um bebe vindo para a cidade. Era em plena luz do dia e a estrada de terra seguia junto à linha do trem, que hoje não existe mais. O lugar era conhecido com “Arto da Maiada” (Alto da Malhada, por que haviam muitas onças nesse local).
Então... Notaram que o cavalo começou a se comportar de maneira estranha. Olharam para os lados e as margens da mata viram um homem MUITO alto, muito mesmo. Eles morrendo de medo e a carroça indo numa direção e o “ser” na direção oposta, se distanciando. Este “ser” entrou na mata e desapareceu.
Assim temos dois casos separados por algumas décadas e na mesma região envolvendo, digamos, “gigantes". Mas tem mais...
Diziam na época que esse tal de “Arto da Maiada” era mesmo assombrado. Por volta de 1915 o bisavô da Séfora estava vindo da cidade a cavalo. Quando passava pelo “arto”, viu uma conhecida carregando um pote de água. E ele, que estava com muita sede, disse:
“Ô Cumadi! Ô Cumadi! Dá uma cuida dágua aí?”.
E a mulher continuou andando como se não tivesse ouvido. E ele a seguindo e insistindo na água. Até que a mulher entrou na mata que seguia rente a estrada. E o chato do bisavô da Séfora (deve ser genético) entrou junto.
O resultado: O cavalo voltou sozinho para casa e ele acordou no outro dia no meio do mato sem saber o que havia ocorrido desde que lá entrou.
Não estamos afirmando que estas histórias possam significar a existência de fenômenos sobrenaturais. Estamos apenas repassando as histórias. Não acreditamos muito nelas e preferimos não passar por “contatos” semelhantes.
1 comentários:
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