Pois é, a Séfora botou pra fora sua indignação com o pudim dos pobres. Como disse um dos nossos comentaristas, nós também gostamos de pudim. E esses industrializados além de caros vêm muito pouco e se você fizer um em casa vai render muito mais. E com a vantagem de poder comer até passar mal e ficar seis meses sem vontade de comer outro. Vai economizar muito.
Então, largue de preguiça e faça um. É mais simples do que programar em assembly (na verdade qualquer coisa é mais fácil que programar em assembly). Não entendo o medo das pessoas em fazer uma coisa destas. É só seguir a receita abaixo, ensinada pela Séfora. Pode ter variações como fazer um pudim verde pra festa temática para o aniversário de um amigo. Mas vamos a receita:
Pegue o seguinte:
1 Lata de leite condensado
2 Latas de leite
6 Ovos (sim, você não leu errado)
Então, largue de preguiça e faça um. É mais simples do que programar em assembly (na verdade qualquer coisa é mais fácil que programar em assembly). Não entendo o medo das pessoas em fazer uma coisa destas. É só seguir a receita abaixo, ensinada pela Séfora. Pode ter variações como fazer um pudim verde pra festa temática para o aniversário de um amigo. Mas vamos a receita:
Pegue o seguinte:
1 Lata de leite condensado
2 Latas de leite
6 Ovos (sim, você não leu errado)
Só isso. Bata tudo no liquidificador (Você sabe usar isso, não? Se não sabe depois eu faço um tutorial). Agora vem a parte considerada difícil.
Pegue a forma do pudim e coloque meia xícara de açúcar cristal e leve ao fogo médio até derreter o açúcar (use um pano para segurar a beira da forma). Quando a calda estiver pronta despeja a meleca feita anteriormente na forma. Agora ponha para assar em banho Maria.
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[Update] A Séfora encontrou uma curiosidade num (acreditem) livro da Biblioteca do Escoteiro Mirim (Vol. 16 – Editora Circulo do Livro 1990). É uma conversa entre o Prof. Ludovico e o Tio Patinhas na festa de aniversário da Clarabela:
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“- Na verdade, o pudim é uma combinação entre o gosto Português pelo açúcar e a papa de farinha de carimã que os indígenas comiam e chamavam mingá-u, isto é, “comida visguenta”!
“- Na verdade, o pudim é uma combinação entre o gosto Português pelo açúcar e a papa de farinha de carimã que os indígenas comiam e chamavam mingá-u, isto é, “comida visguenta”!
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Documentos brasileiros de 1587 já falam desse pudim e, no século seguinte, já há uma receita de pudim no livro “Arte de Cozinha” de Domingos Rodrigues, mestre de cozinha de El Rei de Portugal. Em 1808, quando a família real portuguesa chegou ao Brasil, o pudim passou a ser a sobremesa oficial da corte.”
1 comentários:
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